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domingo, 18 de março de 2018

Oração Campanha Fraternidade 2018


Oração Campanha Fraternidade 2018
Deus e Pai,
nós vos louvamos pelo vosso infinito amor
e vos agradecemos por ter enviado Jesus,
o Filho amado, nosso irmão.
Ele veio trazer paz e fraternidade à terra
e, cheio de ternura e compaixão,
sempre viveu relações repletas
de perdão e misericórdia.
Derrama sobre nós o Espírito Santo,
para que, com o coração convertido,
acolhamos o projeto de Jesus
e sejamos construtores de uma sociedade
justa e sem violência,
para que, no mundo inteiro, cresça
o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz.
Amém!

O que é violência:


O que é violência:
Violência significa usar a agressividade de forma intencional e excessiva para ameaçar ou cometer algum ato que resulte em acidente, morte ou trauma psicológico.
A violência se manifesta de diversas maneiras, em guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos, preconceito, assassinato, fome, etc. Pode ser identificada como violência contra a mulher, a criança e o idoso, violência sexual, violência urbana, etc. Existe também a violência verbal, que causa danos morais, que muitas vezes são mais difíceis de esquecer do que os danos físicos.
A palavra violência deriva do latim “violentia”, que significa “veemência, impetuosidade”. Mas na sua origem está relacionada com o termo “violação” (violare).
Quando se trata de direitos humanos, a violência abrange todos os atos de violação dos direitos: civis (liberdade, privacidade, proteção igualitária); sociais (saúde, educação, segurança, habitação); econômicos (emprego e salário); culturais (manifestação da própria cultura) e políticos (participação política, voto).
Violência doméstica
A violência doméstica é o tipo de violência que ocorre em um contexto familiar, ou seja, entre parentes. Poderá ser entre o pai e a mãe, entre os pais e os filhos, etc. Abusos sexuais a crianças e maus tratos a idosos também constituem violência doméstica. Existem cinco tipos de violência doméstica: a física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Diariamente, cerca de 2 mil pessoas apresenta queixas na polícia, alegando ter sofrido violência doméstica.
Violência urbana
A violência urbana também consiste em um tipo de violação da lei penal. Consiste na prática de crimes diversos contra pessoas (assassinatos, roubos e sequestros), e contra o patrimônio público, influenciando de forma negativa o convívio entre as pessoas e a qualidade de vida. Esse tipo de violência manifesta-se particularmente nas grandes cidades.
Um dos principais fatores que gera a violência urbana é o crescimento acelerado e desordenado das cidades. Como consequências surgem graves problemas sociais como fome, miséria, desemprego e marginalização, que associados à ineficiência das políticas de segurança pública contribuem para o aumento dos atos de violência.

tipos de violência na escola

Violência é um tipo de comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo, ou objeto.
A violência causa tristeza, magoa,dor e humilhação.
Na escola acontecem muitas atitudes de violência entre os alunos, este mau comportamento praticado podem ser de várias formas:
- violência verbal: ex: chamar nomes,atiçar,xingar ,caluniar,fazer pouco,insultar e ameaçar.
- violência física:ex: bater,dar socos,dar pontapés,arranhar,passar rasteiras e cuspir.
- violência social: ignorar,excluir,fazer gestos inapropriados etc..
-violência psicológica: ex:espalhar boatos,fazer caretas,esconder ou estragar as coisas dos outros,enviar mensagens maliciosas por sms,e-mail,telefones,bilhetes e camarás fotográficas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

A MORTE NAS RELIGIÕES



A MORTE NAS RELIGIÕES
Um dos sentimentos humanos mais perturbadores é o medo da morte. Há quem afirme que tal medo foi a pedra inicial sobre a qual se fundamentou a cultura. O medo de enfrentar esse momento acompanha o homem desde a infância. Um temor provocado por inúmeras dúvidas. Será que vai doer? Vou encontrar de novo com minha família? Existe vida após a morte?
“Ninguém quer morrer, entretanto, todo mundo morre. É uma eterna contradição. A religião oferece às pessoas uma esperança de que a vida não termina”.   (Renold Blank – prof. teologia Fac. de São Paulo)
Parar de viver”, ou “aquilo que cada pessoa aprende que ela é”.
As tentativas científicas, ou mesmo religiosas, de conceituá-la vão falhar indefinidamente. No fim das contas, o bem-estar com relação à morte depende da força com que se acredita no que ela é. O que é a morte?
O que acontece quando a vida humana finda?
As pessoas ressuscitam ou reencarnam?
E depois?
Em todas as religiões a morte não representa o fim
Crenças cristãs – é uma passagem, uma transcrição para uma nova vida.
Espiritismo e Judaísmo – uma etapa na evolução do espírito.
Um cético (no sentido mais estrito) acredita que após a vida, nada existe. Não há arrependimento, não há saudade, não há lamentos.
O paraíso é usado como forma de controle do que se faz em vida. Somente aqueles que se comportaram de um modo coerente com sua religião podem adentrá-lo. Aqueles que foram “pecadores” têm outro destino. No caso do catolicismo, você pode fazer todas as “maldades” que desejar em vida, desde que no último segundo se arrependa verdadeiramente. A idéia da vida após a morte é uma forma inteligente de controlar o comportamento das pessoas.
Filosofia - A sobrevivência do espírito humano à morte do corpo físico e a crença na vida e no julgamento após a morte já era encontrada na filosofia grega, em especial em Pitágoras, Platão e Plotino. Já Sartre, filósofo francês, defendia que o indivíduo tem uma única existência. Para ele, não há vida nem antes do nascimento e nem depois da morte.
Doutrina niilista - Sendo a matéria a única fonte do ser, a morte é considerada o fim de tudo.
Doutrina panteísta - O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo universal. Individualiza-se em cada ser durante a vida e volta, com a morte, à massa comum.
Dogmatismo Religioso - A alma, independente da matéria, sobrevive e conserva a individualidade após a morte. Os que morreram em 'pecado' irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso.
Budismo -prega o renascimento ou reencarnação. Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou descendo na escala dos seres vivos (homens ou animais), de acordo com a sua própria conduta.
Hinduísmo – a alma se liga a este mundo por meio de pensamentos, palavras e atitudes. Quando o corpo morre ocorre a transmigração. A alma passa para o corpo de outra pessoa ou para um animal.
Islamismo - Alá (Deus) criou o mundo e trará de volta a vida todos os mortos no último dia. As pessoas serão julgadas e uma nova vida começará depois da avaliação divina. Esta vida seria então uma preparação para outra existência, seja no céu ou no inferno.
  Espiritismo - Defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem, evoluem mais rapidamente
  Igreja evangélica - Acreditam no julgamento, na condenação (céu ou inferno) e na eternidade da alma.
Igreja Adventista do Sétimo Dia - os mortos dormem profundamente até o momento da ressurreição. Quem cumpriu seu papel na Terra recebe a graça da vida eterna, do contrário desaparece.
Igreja Batista -Crêem na morte física e na morte espiritual.
Catolicismo - A vida depois da morte está inserida na crença de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório.
Judaísmo - Crê na sobrevivência da alma, mas não oferece um retrato claro da vida após a morte, e nem mesmo se existe de fato
Candomblé- Vê o poder de Deus em todas as coisas e, principalmente na natureza. Morrer é passar para outra dimensão e permanecer junto como os outros espíritos, orixás e guias.
Umbanda - Sofre influências de crenças cristãs, espíritas e de cultos afros e orientais. Como não existe uma unidade ou um 'livro sagrado', alguns umbandistas admitem o céu e o inferno dos cristãos, enquanto outros falam apenas em reencarnação e Carma.
RITOS FÚNEBRES
Há naturalmente os ritos e os rituais, complexos e envolventes, que devem ser respeitados em todas as culturas.
Há 50 mil anos que existe os Ritos Fúnebres até chegar a atualidade, todos os  rituais funerários que hoje se praticam estão baseado em crenças e costumes dos tempos primitivos. Todos Costumes que a modernização foi transformando. 
Os Ritos Fúnebres estão dividido em duas grandes épocas:
A primeira baseada no temor, onde todos os riscos estavam vinculados a crença de que se estas cerimônias não agradassem aos defuntos estes ficariam na terra e não poderiam descansar na eternidade.
 A segunda baseada no sentimento de que todos os ritos e cerimônias eram para honrar o ente querido.


segunda-feira, 15 de agosto de 2016

O PURALISMO RELIGIOSO E SUA CONTRIBUIÇÃO



SÉRIE: 8° ANO                   TEMA: O PURALISMO RELIGIOSO E SUA CONTRIBUIÇÃO.
1. A PLURALIDADE RELIGIOSA, CULTURAL E ÉTICA.
       É fascinante saber que existem bilhões de pessoas em nosso planeta e ninguém é igual a ninguém.   Mesmo   as   pessoas   gêmeas      são   iguais   na   aparência, pois   seus   gostos   e   suas personalidades são diferentes.
       Podemos até dizer que somos igualmente e diferentes e diferentemente iguais. Somos únicos e não   repetíveis.   Os povos e as nações também são   diferentes, pois cada um possui culturas   distintas.   Os americanos   são   diferentes   dos   russos   e   os   africanos   dos   brasileiros, porém todos fazem parte da grande família que é a humanidade.
       Na busca pelo sentido da vida e pela compreensão do universo e de quem o criou, cada povo    constrói, conforme     sua   cultura   e história, a   própria   religião.
Nesse sentido, a religião surge com respostas aos grandes problemas e questionamentos humanos:
De onde vim?
Para onde vou? Por que existe a dor?         
O que há depois da morte?
A importância do pluralismo religioso
       Cada religião tem uma importante contribuição para o melhoramento das pessoas e, por isso, todas deveriam ter seu espaço e serem respeitadas e referenciadas. Assim, o pluralismo religioso    significa   a   coexistência   pacífica e harmoniosa   entre   as   diversas religiões   se   as diferentes culturas existentes em nosso planeta.
      Mas   será   que   deveríamos   considerar   de   forma   negativa   o   fato   de   existirem   inúmeras religiões (pluralismo religioso). Isso não seria na verdade uma grande riqueza e um sinal de que o amor de Deus, de um Ser superior, se derrama sobre todos os povos? Parece-me correto entender as religiões como caminhos que se dirigem ao mesmo destino ou, ainda, como rios que correm em direção ao mar.
       Podemos dizer   que   as   religiões   são   pontes que as pessoas constroem para alcançar   o infinito, o   Transcendente:   Deus.  Como   pontes, as   religiões   têm   a   função   de   nos   religar   a realidades sagradas e divinas, capazes de preencher e dar sentido às nossas vidas. Assim, as religiões ligam o humano ao divino, o profano ao sagrado e o finito ao infinito.
       Ao   estudarmos   as   religiões, percebemos   que   cada   uma chama   o Transcendente   por nomes diferentes, como Alá, Deus, Javé, Tao, Infinito, Todo Poderoso, Divindade e outros, que são na verdade, faces de um mesmo rosto que se revela de múltiplas formas
       As religiões possuem muitas semelhanças. Suas doutrinas falam de justiça, paz, amor e fraternidade entre todas as pessoas. Seu grande propósito é o de transformar o mundo e fazer reinar a harmonia entre todos os seres, por isso é inaceitável qualquer formar de preconceito, exploração   e   intolerância   religiosa.   Quem   persegue, diz   ou   age   com   violência   contra   um irmão praticante de outra religião, além de trair sua fé fere o grande amor de Deus para com todas as pessoas.
       Toda   essa   diversidade   religiosa, cultural e   étnica   nos   mostra   como   é   rica   a   vida   em nosso planeta e como é grande o amor desse Ser infinito, que se alegra com a vida em todo o seu colorido e esplendor.