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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Campanha da Fraternidade 2012


Campanha da Fraternidade 2012
TEMA: FRATERNIDADE E A SAÚDE PÚBLICA
LEMA: QUE A SAÚDE SE DIFUNDA SOBRE A TERRA  Eclo 38,8
         Primeira parte: Fraternidade e a Saúde Pública



         SAÚDE É UM ESTADO DE COMPLETO BEM-ESTAR FISICO, MENTAL E SOCIAL, E NÃO APENA A AUSÊNCIA DE DOENÇAS, SEGUNDO A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS)
Saúde e Doença: dois lados da mesma realidade:
A vida, a saúde e a doença são realidades profundas, envoltas em mistérios. Diante delas, as ciências não se encontram em condições de oferecer uma palavra definitiva, mesmo com todo o aparato tecnológico hoje disponível. Assim, as enfermidades, o sofrimento e a morte apresentam-se como realidades duras de serem enfrentadas e contrariam os anseios de vida e bem-estar do ser humano.
Saúde e salvação:
Nas línguas antigas é comum a utilização de um mesmo termo para expressar os significados de saúde e de salvação.  Na lingua grega, soter é aquele que cura e ao mesmo tempo é salvador. Em latim, ocorre o mesmo com salus, o que permaneceu até épocas mais recentes. Verifica-se o mesmo em outras línguas . Certamente, a convergência destes significados para um único termo é reflexo da dura experiência existencial diante destes fenômenos e a percepção de que o doente necessita ser curado ou salvo daquela moléstia por iniciativa da ação de outrem.
A estreita ligação entre saúde e salvação (cura) e a convergência desses siginificados em um mesmo termo, aponta para uma concepção mais abrangente do que seja a doença. Diante disso, as tendências de excluir a dimensão espiritual na consideração do que seja saúde e doença, resultam em compreensões superficiais destas realidades

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

TEMA: Campanha da Fraternidade 2012

 Campanha da Fraternidade 2012
TEMA:FRATERNIDADE E A SAÚDE PÚBLICA
LEMA: QUE A SAÚDE SE DIFUNDA SOBRE A TERRA Eclo 38,8
CARTAZ : SIGNIFICADO
*Atualiza o encontro do Bom Samaritano com o doente que necessita de cuidado Lc 10,29-37
*A mão do profissional da saúde segurando as mãos do doente afasta cultura da morte e viabiliza a acolhida entre irmãos (o próximo).
*A Igreja como mãe, na sua samaritanidade, aproxima e cuida dos doentes, de todos que se encontram à margem do caminho.
*O profissional de pé, o enfermo sentado, olhos nos olhos, lembra a acolhida e o compromisso do profissional de saúde, gera relação de confiança.
 *A cruz que sustenta e ilumina o sentido do cartaz recorda a salvação que Jesus Cristo nos conquistou
 *A alegria do encontro recorda aos profissionais da saúde que foram escolhidos para atualizar em a atitude do Bom Samaritano em relação aos enfermos.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

NATAL VERDADEIRO


NATAL VERDADEIRO
A festa do Natal é a mais concorrida celebração de um nascimento. Nela, tomam parte multidões incalculáveis que se espalham pelos quadrantes do universo. Jesus veio ao mundo na pobreza de uma gruta, em Belém, situada a sete quilômetros ao sul de Jerusalém. A luz acesa há dois mil anos atrás atingiu, em nossos tempos, os mais distantes e recônditos lugares da Terra. Hoje, incorporou-se à cultura da humanidade, a tal ponto que alcança mesmo quem não professa a fé cristã, viva ou não a mensagem trazida pelo Salvador. Sem dúvida, em nossos dias, está profundamente deturpada. Chegou-se ao paradoxo de comemorar o nascimento, mas à margem do nascituro. A Criança é substituída por interesses, valores opostos à mesma Criança de Belém. Muitos não percebem o ridículo dos festejos em torno de um berço vazio.
Afastando o imenso entulho que encobre a extraordinária realidade do que ocorreu na Gruta de Belém, vamos encontrar toda a beleza ou, pelo menos, vestígios da grandiosidade do que ainda sobrevive em meio às festividades, distanciadas do Evangelho. Deus veio redimir o homem, oferecer a Salvação, mas a criatura, cega pelos instintos, deixa de lado a riqueza infinita que nos é proporcionada pelo Redentor.
Em meio à atroada de uma sociedade enlouquecida, necessitamos do silêncio da Manjedoura. Ao lado de fulgurante iluminação que nos deslumbra e cega, a visão dos valores eternos deve ser acentuada. O autêntico presépio, em sua pobreza eloqüente, fala-nos da caducidade dos bens terrenos e nos convida ao desapego do que é transitório. O Natal é a exaltação do homem, sua dignidade, pois um ser humano é assumido pelo Verbo de Deus: duas naturezas, uma só pessoa.
Para descobrir a beleza da celebração do Nascimento de Jesus, impõe-se visitar a Gruta de Belém, reproduzida em imensa variedade de expressões. Através da arte mais requintada, até a simplicidade do pobre, do pequeno, é revelada a grandiosidade espiritual do Natal do Filho de Deus, que veio nos salvar. Para isso é necessário mortificar o consumismo exagerado, o afã das compras às custas do grande acontecimento e abrir o coração às graças do Divino Menino.
Essa extraordinária festividade tem suas raízes na Igreja primitiva. Quando Etérea, em sua peregrinação pelos Lugares Santos, no século IV, visitou Jerusalém, a Natividade de Jesus era celebrada a 6 de janeiro, como parte da Epifania. Os reis magos representam a humanidade que assim tomou conhecimento do advento do Filho de Deus, nascido da Virgem Maria. Descreve, em seus escritos que chegaram até nós, a ida a Belém, do bispo de Jerusalém com o clero e os habitantes da cidade vizinha, para o solene ofício religioso, na Gruta da Natividade. Às 24 horas, processionalmente, retornavam e cantavam o Ofício de Matinas. Antes do alvorecer, nova reunião, para a Eucaristia. Roma imitou esse costume, com o papa em Santa Maria Maior, à meia-noite, celebrando o Santo Sacrifício da Missa.
A comemoração do nascimento de Jesus, como festa separada da Epifania, teve início na primeira metade do século IV, em Roma e, a seguir, no Oriente. Embora a Sagrada Escritura não seja uma obra biográfica, há, sim, a preocupação de afirmar o fato histórico do nascimento do Verbo Encarnado: "Naqueles tempos, apareceu um decreto de César Augusto ordenando o recenseamento de toda a Terra. Esse recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade. (...) E deu à luz seu filho primogênito e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria" (Lc 2,1-7). Com segurança, o nascimento de Jesus é um fato histórico. O ano e o dia, sabemos somente de forma aproximativa. 25 de dezembro, depois de muito exame, foi considerado o mais provável. E nessa escolha pesou conveniência de ordem pastoral.
O Patriarca São Sofrônio, que morreu em torno do ano 638, em um sermão se refere à aceitação, em Jerusalém, do dia 25 de dezembro, separado da Epifania, 6 de janeiro, como um costume oficiado em toda a cristandade. Por um sermão de São João Crisóstomo, sabe-se que, em 376, já se celebrava, em Antioquia, nesse dia, a vinda de Jesus ao mundo. E no Ocidente, Santo Ambrósio, mais de uma vez, nos dá notícias dessa festa litúrgica na mesma data de nossos dias. Entre os anos 336 e 354, um historiador, que se conhece apenas pelo nome de "Cronógrafo", anota esse dia e mês como do "nascimento de Cristo, em Belém de Judá".
Certamente, muito contribuiu para fixar esta data o seguinte acontecimento no universo pagão. O imperador Aureliano (270-275) tomou diversas medidas para fortificar o Império Romano e sua unidade. Entre outras, reorganizou o culto religioso, levou o deus Sol à mais importante dignidade. O dies natalis solis invicti (o dia do nascimento do deus Sol, nunca vencido) ocorria imediatamente após o solstício do inverno, a 25 de dezembro. A Igreja em Roma substituiu os grandes festejos do paganismo pelos de um outro Sol, já prenunciado por Malaquias (Ml 3,20): "Mas, para vós que temeis o meu nome, brilhará o sol da justiça, que tem a cura em seus raios." Para fugir das festas do paganismo e sem despertar suspeitas em tempos de perseguição religiosa, os cristãos comemoravam no mesmo dia o nascimento de outro Sol: Jesus Cristo.
Essa tradição multissecular é de extraordinária riqueza espiritual e humana. Fala da bondade infinita de Deus, que veio nos salvar. O presépio é uma fonte de paz, de alegria, de bondade. Não pode ser conspurcada por sentimentos subalternos. Restaurar a celebração autêntica do nascimento de Jesus é um desafio que nos vem proposto cada ano. Vamos aceitá-lo e celebrar condignamente o nascimento de Jesus.

A ANUNCIAÇÃO

 A ANUNCIAÇÃO
A Anunciação à Maria inaugura "a plenitude dos tempos", o tempo do cumprimento das promessas e preparações de Deus. Maria foi convidada a conceber aquele que habitará "corporalmente a plenitude da divindade". Esta solenidade marca o momento quando o próprio Deus começou a redimir o nascituro e todos nós que um dia fomos nascituros transformando-se em um. Jamais um nascituro pode ser considerado muito pequeno para ser insignificante ou para possuir direitos, pois o próprio Deus foi pequeno.
Aquela que aceitou a "Vida" em nome de todos e pelo bem de todos foi Maria, a Virgem Mãe, assim, ela está associada mais intimamente e pessoalmente como o Evangelho da Vida. O consentimento de Maria na Anunciação e sua maternidade estão bem no começo do mistério da vida que Cristo veio conceber em humanidade ( Jo 10,10). Pela sua aceitação e cuidado amoroso pela vida do Verbo Encarnado, a vida humana foi resgatada da condenação à morte final e eterna".
A Anunciação conduz ao reino da vida no qual encontramos a vitória final sobre as forças da morte em nós e em nosso mundo.
O "sim" dito no dia da Anunciação encontra maturidade total no dia da Cruz, quando chega o tempo de Maria receber e tomar como seus filhos todos aqueles que se tornam discípulos"
Esta festa nos ensina a fecundidade da auto-doação. Maria disse "sim" a algo que era difícil, e continua com o "sim" até mesmo quando a aceitação do sofrimento é extrema. Isto é precisamente o oposto do comportamento que evita a responsabilidade - um comportamento que encontra seu ápice no aborto.
A anunciação do anjo à Maria é emoldurada por estas palavras encorajadoras: "Não tenhas medo, Maria" e "pois para Deus nada é impossível" (Lc 1,30.37.) O papel da Virgem Mãe é na verdade difundido pela certeza de que Deus está ao seu lado e que ele a acompanha com seu cuidado providencial".
O que aconteceu na Anunciação supera o medo e o desespero que levam à violência. Se diz que o deus falso transforma sofrimento em violência, enquanto que o verdadeiro Deus transforma violência em sofrimento. Maria, no seu "sim", dá coragem à todas as mães que sabem que ser mãe irá envolver algum tipo de sofrimento. Ela assegura-as de que elas não estão sozinhas. A comunidade cristã, seguindo o exemplo de Maria, acompanha estas mães em suas orações e em suas atividades de caridade, fornecendo alternativas para o aborto.








































sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Querido sobrinho Vicktor


Santarém 10/11/2011
Querido sobrinho Vicktor
Olá! Como você está ?
Você deve estar felicíssimo pelo termino desta primeira etapa dos seus estudos. Pense sempre. Não e o termino e o reinicio de muitos e muitos outros sucessos que virão através de seus estudos.
Queremos parabenizá-lo pelo sobrinho que você e; esforçado dedicado e levando a serio tudo oque e relacionado a sua aprendizagem. Parece que foi ontem que o vimos crianças. Sempre lembro de você deitado no sofá de sua casa cantando o Pai nosso do padre Marcelo Rossi, eu ficava com um aperto no coração sem saber o que se passava nessa sua cabeça de criança. Acredite, Deus ouviu o seu pedido e derramou bênçãos sobre você. Ele jamais desampara os seus filhos.
Vicktor continue buscando a sabedoria. A educação e a única herança que terá e jamais será tirado de você. Através dela você alcançará tudo que almejares.
Nos estamos orgulhosos por você. Imagino a alegria e as batidas forte do coração do seu Pai. Tenha certeza também que sua Mae la de cima sempre esteve ao seu lado intercedendo por você. Imagine aquele sorriso lindo te acariciando e beijando-o.
Enfim desejamos toda a felicidade do mundo.
Vicktor, os sonhos só serão realizados para aqueles que acreditam, buscam e enfrentam os desafios da vida. Por isso nunca desista dos seus sonhos. Continue lutando coloque-se sempre diante de Deus. Ele e a luz que brilha em nosso caminho.
São as felicitações de suas tias e primos.
Beijos.........